Ontem, 26 de abril, foi aniversário do meu irmão Gilberto. Fomos até Salto, que fica a uns 80 km de Tatuí, para poder abraçar ele, a Denise, os cachorros e o coelho.
Bom, em determinada altura do campeonato, o Beto nos chamou para mostrar alguns vídeos da 9ª Cia de Guardas, onde servimos. Ele como Tenente Médico entre os anos de 1993 e 1997, acho; eu, como soldado raso mesmo, entre jun.86 e mai.87. Rimos bastante e começamos a ver imagens da Cidade Morena, Campo Grande, capital do MATO GROSSO DO SUL - faço questão das maiúsculas. Quem não entendeu, não adianta explicar...rs
Para quem nasceu em ou adotou (caso da Rosana) Campo Grande como sua cidade é sempre nostálgico lembrar, relembrar ou falar sobre esta cidade que cresceu e cresce em ritmo de uma guarânia alucinada. Estamos fora de Campo Grande desde 2001, quando viemos para Salto, em São Paulo. Tínhamos morado na Fundação Bradesco de 93 a 99, ficamos em 2000 em Campo Grande. Assim, estamos a muito tempo fora de nossa cidade do coração. Acompanhar de longe seu progresso é uma satisfação, apesar dos Pedrossian Darth Vader, Zeca do PTifaria ou Bernal, o bossal. Mas vou falar com mais detalhes da Morena que vale a pena perto do 26 de agosto, aniversário da capital.
Quero registrar aqui o problema que é toda a vez que vamos à Campo Grande, encontramos nossos queridos amigos de lá, falamos da cidade ou vemos imagens. A Rosana entra em um estado de tristeza que dá dó... é bem verdade que tem melhorado com o tempo, mas ainda tem um efeito colateral. A verdade é que, por ela, nunca teríamos saído da cidade. Em 1993, quando surgiu a oportunidade da Fundação Bradesco, fomos para lá por conta da casa própria, principalmente. Eram tempos em que pensávamos com a perspectiva de inflação altíssima: comprar algo via financiamento era uma loucura total. Quando voltamos, em 2000, eu já estava convencido que minha carreira tinha que se voltar para a administração esportiva. Tentei, por um ano, buscar opções de trabalho na área e não tive a paciência para esperar. Com a Rosana, tudo certo: estava dando aula em uma escola estadual próxima da casa que tínhamos comprado, estava se readaptando à rotina da cidade. Em 2001, a convenci de vir para São Paulo e saímos de lá para não voltar até agora, pelo menos.
A Rosana é apaixonada pelo MS, por Campo Grande e por tudo que vivemos por lá. Quem sabe um dia não voltamos para andar nas ruas largas e nas praças bem cuidadas, correr nos parques e tomar tereré no por de sol mais bonito do universo, conversando com os amigos, curtindo a vida e olhando o tempo passar devagar? Pode ser que isso aconteça, mas não será agora - eu acho....
Paz de Cristo a todos!
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